Esta tarde, o Sr,. Vereador Dr. Marco Almeida, apresentou-se na Abrunheira, acompanhado por uma grande equipa para cumprir o que tinha prometido em dia de festa (caso não recebesse até 5ª feira as chaves da sala onde está instalado o grupo coral Unidos da Urca, viria na 6ª feira efectuar o despejo da mesma e entregar as chaves à Associação de Reformados.
Assim que chegou, a direcção da associação reuniu de imediato com ele com o objectivo de tentar que ele voltasse atrás com esta decisão e que todos se sentassem para conversar. Foi chamado o Presidente da Urca e posteriormente um elemento do grupo coral.
Conseguiu-se mais uns dias tendo tudo ficado adiado para a próxima 6ª feira, caso a sala não seja desocupada.
A associação ao longo de todo este processo que se arrasta desde 2005 nunca fez qualquer tipo de exigência, nunca disse à Câmara que queria aquelas instalações. Foi a Câmara que assim o decidiu.
Como surgiu no local um repórter do Cidade Viva e teve oportunidade de falar com algumas pessoas, vamos publicar a sua reportagem feita por ele que é bastante explicativa.
Assim que chegou, a direcção da associação reuniu de imediato com ele com o objectivo de tentar que ele voltasse atrás com esta decisão e que todos se sentassem para conversar. Foi chamado o Presidente da Urca e posteriormente um elemento do grupo coral.
Conseguiu-se mais uns dias tendo tudo ficado adiado para a próxima 6ª feira, caso a sala não seja desocupada.
A associação ao longo de todo este processo que se arrasta desde 2005 nunca fez qualquer tipo de exigência, nunca disse à Câmara que queria aquelas instalações. Foi a Câmara que assim o decidiu.
Como surgiu no local um repórter do Cidade Viva e teve oportunidade de falar com algumas pessoas, vamos publicar a sua reportagem feita por ele que é bastante explicativa.
“Ameaça de despejo adiada uma semana na AbrunheiraO Grupo Coral Alentejano os Unidos da União Recreativa e Cultural da Abrunheira (URCA) tem até quinta-feira para desocupar as actuais instalações, que a autarquia quer atribuir à Associação de Reformados da Abrunheira (ARA). Apesar do aparato policial, a autarquia recuou na acção de despejo que esteve prevista para esta tarde, após uma reunião de quase três horas com as entidades envolvidas.“Houve uma negociação acalorada entre a Câmara, representada pelo vice-presidente Marco Almeira, a URCA, a ARA e um representante da recém-criada associação Salvar Memórias, que sucedeu ao Grupo Coral”, explicou ao Cidade VIVA o comandante da Polícia Municipal. Carvalho da Silva salientou que o processo arrasta-se desde 2005 e que a acção da autarquia deveu-se ao incumprimento do que estava acordado entre as partes. O ponto da polémica tem a ver com o espaço ocupado pelo antigo Grupo Coral Alentejano, que pertencia à URCA. A Câmara alega que a anterior direcção da URCA comprometeu-se a libertar o espaço. Mas alguns elementos da URCA e do Grupo Coral decidiram contestar esta decisão e constituir uma nova associação (a Salvar Memórias) e ameaçar a autarquia judicialmente.A Câmara não aceita o retrocesso e pretende que o espólio do grupo coral seja transferido para outras instalações da URCA. “O vice-presidente disponibilizou-se para ajudar a recuperar e preparar o novo espaço”, reforçou Carvalho da Silva. Com as negociações desta tarde, a URCA tem até quinta-feira para resolver o problema. “Assumimos o compromisso de proceder à desocupação do espaço porque o vice-presidente ameaçou que se isso não acontecesse, viria cá na próxima semana afixar o edital de despejo do Grupo Coral e da URCA”, conta José Duarte, recém-empossado presidente da Mesa da Assembleia Geral.Já António Augusto Bento, presidente da ARA, garantiu ao Cidade VIVA que não pretende “guerras” e explicou que a associação “nunca pediu para que o Grupo Coral fosse retirado daquelas instalações”. A associação está em situação provisória há 25 anos, “sem condições “, no espaço onde existiam as antigas coelheiras da quinta. E é a Segurança Social que diz que o Centro não pode continuar assim. “É necessário mais espaço e obras para podermos ter um Centro de Dia e Apoio Domiciliário”, diz. A URCA e a ARA estão instaladas numa propriedade ocupada em 1975, após a revolução de Abril. Posteriormente, o proprietário cedeu parte dos terrenos à autarquia em troca de uma licença de construção na parte restante. “Mas nunca houve a formalização de qualquer cedência, pelo que é necessário celebrar contratos de comodato para que associações tenham direitos sobre os espaços”, salientou Carvalho da Silva. O Cidade VIVA tentou ouvir Marco Almeida, mas o vice-presidente remeteu declarações para mais tarde.”
Luís Galrão (Reportagem integral na edição de Abril do Cidade VIVA)
www.cidadeviva.pt



















- Numa ideia original, a 2ª parte da festa foi animada pelo público, numa sessão de Karaok. Pudemos apreciar grandes interpretações do maestro Hernani da amiga Margarida, não esquecendo todos os outros que passaram pelo palco para animar a festa (Zé Batista, Rocha e Telmo, Odete, Paula e Tita, Alexandre, Rita , etc, etc).







